Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
Cordel de Notícias
  • Home
  • Notícias
    • Cidades
    • Economia
    • Educação
    • Esportes
    • Nacional
    • Política
    • Saúde
    • Segurança
  • Artigos
  • Coluna
  • Social
Reading: Amamentação reduz risco de doença cardíaca na mãe
Compartilhar
Cordel de NotíciasCordel de Notícias
Font ResizerAa
  • Home
  • Notícias
  • Artigos
  • Coluna
  • Social
Buscar
  • Home
  • Notícias
    • Cidades
    • Economia
    • Educação
    • Esportes
    • Nacional
    • Política
    • Saúde
    • Segurança
  • Artigos
  • Coluna
  • Social
Siga-nos

Amamentação reduz risco de doença cardíaca na mãe

Rafael Ramos
02/08/2026
Compartilhar
5 Min Leitura
Amamentação reduz risco de doença cardíaca na mãe
Compartilhar

A amamentação reduz em cerca de 11% a chance de a mulher desenvolver uma doença cardiovascular em relação a mulher que não amamenta, destaca a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

Conteúdo
Liberação de hormôniosRisco alto para mulheresDia Internacional da Amamentação

A queda dos fatores de risco está ligada ao período de amamentação. 

“As publicações giram em torno de 18 meses de amamentação. A mulher que amamenta por mais tempo tem também redução desses fatores de risco: 12% menos risco de acidente vascular cerebral (AVC), 14% menos risco de infarto. Viu-se que a amamentação traz essa proteção para a mulher”, destaca a vice-presidente do Departamento de Cardiologia da Mulher da SBC, Alexandra Oliveira de Mesquita.

A médica esclarece que isso não significa que a mulher que não amamenta tenha risco aumentado para esse tipo de doença.

Durante a gestação, a mulher sofre alterações hormonais, como alta da resistência à insulina e elevação dos lipídios e do colesterol, principalmente do LDL (colesterol ruim).

Já na lactação ocorre um reset metabólico, uma espécie de reinicialização do organismo, pois a produção de leite atua na regulação do açúcar, ao melhorar o efeito sobre o metabolismo glicídico e aumentar a sensibilidade à insulina; usa glicose do corpo, reduzindo o risco de diabetes; e o alívio cardíaco, uma vez que reduz a pressão arterial e diminui a frequência cardíaca da mãe, permitindo que o coração trabalhe com menos esforço para bombeamento do sangue.

Liberação de hormônios

O período de lactação ativa a liberação de hormônios específicos, como a ocitocina, a prolactina, os glicocorticoides, a grelina e o hormônio do crescimento, que atuam como uma proteção ao miocárdio contra possíveis lesões cardíacas.

Um dos principais destaques é a ocitocina. Conhecido como o “hormônio do amor”, a ocitocina protege o coração contra a falta de oxigênio por meio da ativação de receptores cerebrais e de uma via que envolve estruturas responsáveis pela geração de energia celular, oferecendo uma barreira extra de cardioproteção à mãe.

“Tudo isso promove uma melhora da função endotelial, que é a função da parede interior das artérias. Também a liberação de oxitocina, nessa fase de lactação, faz uma vasodilatação, melhorando a circulação dessa mãe. Então, as alterações hormonais produzidas durante a gestação ficam meio que “resetadas” na fase de lactação, que é o que vai causar realmente essa redução de riscos”, explicou a médica, acrescentando que a resistência à insulina, se não for controlada, pode evoluir para o diabetes.

A Sociedade Brasileira de Cardiologia aponta que, na gravidez, o corpo da mulher acumula naturalmente reservas de gordura. A lactação utiliza esses depósitos, o que reduz diretamente o risco de doenças cardíacas e um infarto.

Risco alto para mulheres

Alexandra Mesquita cita que as doenças cardiovasculares respondem por 33% da mortalidade feminina, superior aos óbitos por câncer de mama.

“Ainda se pensa que a maior causa de mortalidade feminina é câncer de mama, mas a doença cardiovascular mata sete vezes mais que o câncer de mama”, disse.

A maior parte dos fatores de risco – diabetes, pressão alta e sedentarismo – é comum a homens e mulheres. No entanto, podem ser piores entre as mulheres. 

Porém, há fatores de risco próprios do sexo feminino. Entre eles, por exemplo, a cardiologista citou a primeira menstruação precoce (9 ou 10 anos) ou tardia (15 e 16 anos); a menopausa precoce, com menos de 45 anos; endometriose; ovários policísticos; uso de anticoncepcional oral; alterações da gravidez, como hipertensão induzida pela gestação, diabete gestacional ou bebê de baixo peso. 

Dia Internacional da Amamentação

Neste sábado (1º), será comemorado o Dia Internacional da Amamentação. O tema da Semana Mundial do Aleitamento Materno 2026 é “Amamentação para um começo de vida sustentável: Fortaleça o que funciona.”

A campanha global do Agosto Dourado é coordenada pela instituição World Alliance for Breastfeeding Action (WABA) e tem como objetivo reforçar a importância de proteger, promover e apoiar o aleitamento materno para um futuro mais saudável para crianças, famílias e comunidades.

A pediatra Carmen Elias, idealizadora da Sala de Apoio ao Aleitamento Materno do Instituto de Educação Médica (Idomed), aponta dez benefícios da amamentação para mãe e para a criança:

  • Proteção contra doenças
  • Recuperação pós-parto
  • Desenvolvimento infantil 
  • Maior vínculo afetivo
  • Formação dos dentes
  • Fácil adaptação
  • Prevenção de tumores
  • Planejamento familiar
  • Construção de hábitos alimentares
  • Benefício financeiro, sem a necessidade de comprar leites e suplementos infantis 

Fonte: Agência Brasil

Compartilhe esta notícia
Facebook Copy Link Print
Notícia anterior História do voto: mulheres do RN tiveram feitos inéditos História do voto: mulheres do RN tiveram feitos inéditos
Próxima Notícia Caminhadas buscam conscientizar população sobre lipedema Caminhadas buscam conscientizar população sobre lipedema
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

- Anúncio-

Siga-nos

216FollowersFollow

Últimas notícias

Alcolumbre retira maioridade penal da pauta e vai aguardar Câmara
Alcolumbre retira maioridade penal da pauta e vai aguardar Câmara
Destaques
SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele
SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele
Destaques
Anatel publica novas regras para prevenir fraudes por meio de SMS
Anatel publica novas regras para prevenir fraudes por meio de SMS
Destaques
Dólar cai a R$ 5,45 após eleições nos EUA e antes do Copom
Dólar cai a R$ 5,45 após eleições nos EUA e antes do Copom
Destaques

Você Pode Gostar

Julho Amarelo reforça importância da prevenção, da vacinação e do diagnóstico precoce das hepatites virais

Julho Amarelo reforça importância da prevenção, da vacinação e do diagnóstico precoce das hepatites virais

13/07/2026
Serviços ocuparam 15,9 milhões e pagaram média de 2,2 mínimos em 2024

Serviços ocuparam 15,9 milhões e pagaram média de 2,2 mínimos em 2024

27/08/2026
União quitou R$ 244 milhões para estados e municípios em setembro

União quitou R$ 244 milhões para estados e municípios em setembro

15/10/2026
Fábio Mitidieri investe em Simão Dias e projeta desenvolvimento do Centro-Sul
Política

Fábio Mitidieri investe em Simão Dias e projeta desenvolvimento do Centro-Sul

23/09/2026

Acesso Rápido

  • Home
  • Anuncie
  • Assine
  • Política de Privacidade
  • Contato

Categorias

  • Cidades
  • Economia
  • Educação
  • Esportes
  • Política
  • Saúde

Fale Com a Redação

redacao@cordelnoticias.com.br

Siga-nos
© Copyright 2025 | Todos os Direitos Reservados - Feito com ❤ por R2 Sites